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Este Blog foi criado para compartilhar a palavra de Deus...
Se você está passando por momentos dificeis saiba:
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sexta-feira, 19 de outubro de 2012

Não tomarás Seu nome em vão


Não tomarás o nome do Senhor, teu Deus, em vão (de forma frívola e leviana, com falsas afirmações, ou profanando-o), porque o Senhor não terá por inocente o que tomar o seu nome em vão. (ÊXODO 20.7)
Malaquias 1.14 diz: “Porque eu sou grande Rei, diz o Senhor dos Exércitos, o meu nome é terrível (e reverentemente temido) entre as nações”. Como cristão, você precisa ter tal reverência pelo Senhor que temerá pronunciar seu nome santo sem algum propósito. Mas, freqüentemente, dizemos coisas como: “Oh, Deus”! e “Meu Deus” como formas comuns de expressão.
De acordo com a Bíblia, temos recebido autoridade para expulsar demônios, orar pelos enfermos e pregar o evangelho no nome de Jesus. Como podemos esperar ver o poder de Deus manifesto se nós usarmos seu nome seriamente algumas vezes e de forma descuidada em outras? Se misturarmos as coisas positivas e negativas, operaremos sem nenhum poder.

domingo, 14 de outubro de 2012

O Tempo de Deus!

A ansiedade é uma angústia, um mal que nos destrói pouco a pouco.

"Então Samuel tomou o chifre do azeite, e ungiu-o no meio de seus irmãos; e desde aquele dia em diante o Espírito do senhor se apoderou de Davi; então Samuel se levantou, e voltou a Ramá.” (1Sm. 16.13) .

A ansiedade é uma angústia, uma incerteza aflitiva, um mal que nos destrói pouco a pouco, dia após dia. Vemos no livro de primeiro Samuel o episódio da unção do jovem Davi a rei de Israel.

Davi não alcançou o reinado de sua nação logo após sua unção, houve um tempo de espera, tempo este que não foi pequeno, muitos anos se passaram, muitas situações aconteceram na vida daquele jovem, até que ele chegasse ao lugar para o qual Deus o havia ungido.

Deus, em sua eterna sabedoria e grandeza, projetou um propósito definido para cada um de nós. Não nascemos sem que já de antemão Deus tivesse em sua mente infinita um caminho perfeito para nós.

Os anos passam, nossa vida se desenvolve e nós conhecemos ao Senhor. Muitos em sua adolescência, como Davi, são ungidos para serem ministros de Deus. Recebem palavras proféticas e naquela direção sua vida começa a seguir. Começam a liderar trabalhos na casa do Senhor com os adolescentes, jovens, ministérios de música etc... Muitos quando terminam os seus estudos no ensino médio, rapidamente se matriculam nas escolas teológicas e acham estar fazendo tudo certinho, que será apenas uma questão de cronômetro humano a conclusão do curso, que o levará ao lugar que Deus preparou para cada um.

Mas nos enganamos, o tempo de Deus para nossa vida não é medido pela mente humana ou pelas circunstâncias preparatórias para o ministério. Todo preparo e estudo são válidos, mas não são eles que vão determinar o cumprimento do plano de Deus em nossa vida.

Como vimos no texto de primeiro Samuel, Davi foi ungido na casa de seu pai Jessé. Após sua unção, situações começaram a acontecer, mas Davi guardou em seu coração a palavra de Deus que lhe fora dada através do profeta. Teve uma postura de esperança guardada em paz, e foi esta esperança em paz que o capacitou a esperar todos aqueles anos para que chegasse ao reinado de Israel.

Quantas vezes nós recebemos palavras claras de Deus, e após isso começamos a mexer “nossos pauzinhos” para que a profecia se cumpra em nossa vida.

Amados, o tempo da espera é um tempo maravilhoso. É tempo de deixarmos Deus agir endireitando nossa vereda. Não devemos estar ansiosos, procurarmos lugares ou situações nas quais possamos dar uma “forcinha” para Deus. Ele não precisa da nossa mão para estabelecer em nossa vida aquilo que ele preparou para nós em sua eternidade. Deus precisa apenas do nosso coração contrito em sua presença, esperando em fé.

O que Deus prometeu para sua vida isso ele cumprirá.
“Tendo por certo isto mesmo, que aquele que em vós começou a boa obra a aperfeiçoará até ao dia de Jesus Cristo.” (F. 1.6).

Não desprezemos o tempo da espera. Se hoje você está apenas sentado no banco de sua igreja... esperando, não desanime. Analise todas as situações de sua vida, pois em cada uma delas Deus o está ensinando para algo que vai chegar em suas mãos, e nunca mais será tirado. Pois ele não quer dar a você uma circunstância, mas sim um ministério que não depende de lugar ou momento. Lembre-se: o sonho, antes de ser seu, é dele. Sábio você será se discernir o tempo e o modo de tudo acontecer.Deus nos abençoe nesse maravilhoso tempo de espera.

quinta-feira, 20 de setembro de 2012

Cheirar a Bíblia, como se fosse cocaína, é mais que profanação

Interessante como tem gente achando bonita a atitude de um pregador que cheirou a Bíblia como se fosse cocaína. O autor dessa façanha está sendo considerado uma grande celebridade gospel, alguém que tem a coragem de quebrar paradigmas!

Que maravilha! Creio que o próximo "ato exemplar" do tal pregador (pregador?) será o de cortar uma Bíblia em várias partes e "fumar" cada pedacinho em um cachimbo, como se fossem pedras de crack. Meu Deus, o teu povo perece por falta de conhecimento!

Alguém argumentará: "Isso é ótimo, pois atrai a juventude perdida, afundada nas drogas". Pois é... Esse é o problema. Apresentamos um "evangelho pop", um "evangelho louco", um "evangelho extravagante", à juventude do mundo. E formaremos "cristãos pop", "evangélicos loucos", "adoradores extravagantes". Devemos, então, agir como os religiosos dos tempos em que o Mestre andou na terra? Em razão de eles apresentarem uma mensagem falsa, porém atraente, tornavam os perdidos duplamente réus do Inferno.

Ora, temos de pregar a verdade como ela é e apresentar Jesus como Ele é. O Senhor, que não obriga ninguém a segui-lo, afirmou: "Se alguém quer vir após mim, negue-se a si mesmo, tome cada dia a sua cruz, e siga-me" (Lc 9.23). A porta para a salvação em Cristo é estreita, e o seu caminho não é largo (Mt 7.13,14). Jesus ofereceu facilidades ao jovem rico que queria segui-lo? Não. Disse a ele que deveria guardar os mandamentos e deixar tudo o que tinha.

Eu até entendo que haja a necessidade de fazer alguma contextualização na pregação do Evangelho, a fim de alcançarmos jovens e adolescentes. Mas tudo tem limite. Cheirar a Bíblia, como se fosse droga, é uma profanação, uma sandice, um despropósito, uma agressão ao Evangelho. Até o apresentador Datena achou aberrante a foto em apreço e disse, em seu programa de TV: "[Cheirar a Bíblia, como se fosse cocaína] é uma profanação da Palavra de Deus. Se o cara faz isso com o Alcorão, degolam o cara".

Mas a foto em apreço é mais do que profana. Para quem conhece um pouco de propaganda subliminar multimídia, a imagem acima é dúbia e também faz apologia ao uso de drogas, de modo subjetivo. Ela sugere, subliminarmente, que ler a Bíblia é tão bom quanto cheirar cocaína.

Diante do exposto, pregar um evangelho-show, contextualizado ao extremo, com "visual descolado", cheirando Bíblia como se fosse cocaína, é fácil. Mas Deus procura pregadores que têm coragem de pregar o Evangelho puro e simples, o qual confronta o pecado e incomoda o pecador.


Fonte: Blog do Ciro

segunda-feira, 3 de setembro de 2012

Como uma Família Pode Vencer as Suas Crises no Mundo de Hoje

“24 Todo aquele, pois, que ouve estas minhas palavras e as pratica será comparado a um homem prudente que edificou a sua casa sobre a rocha;  25 e caiu a chuva, transbordaram os rios, sopraram os ventos e deram com ímpeto contra aquela casa, que não caiu, porque fora edificada sobre a rocha.
26 E todo aquele que ouve estas minhas palavras e não as pratica será comparado a um homem insensato que edificou a sua casa sobre a areia;  27 e caiu a chuva, transbordaram os rios, sopraram os ventos e deram com ímpeto contra aquela casa, e ela desabou, sendo grande a sua ruína.” (Mateus 7:24-27 RA).

1.  Introdução

Quando estudamos as famílias bíblicas, observamos que muitas delas enfrentaram crises gravíssimas.
A primeira família na Bíblia a enfrentar uma grande crise foi a de Adão. A crise surgiu entre os seus filhos. Caim começou a encher o seu coração com ciúme e inveja. Ciúme e inveja são sentimentos profundamente destrutivos. Na família de Jacó houve um serio problema de relacionamento entre os seus filhos. José era objeto de ciúme e inveja. Seus irmãos rejeitavam os seus sonhos e se revoltavam contra o pai, por este ter preferência por José. E mais tarde o venderam como escravo para o Egito.
Na família de Abraão, houve uma grave crise entre Sara e uma serva chamada Hagar. Deus havia prometido a Sara um filho. Sara não espera o cumprimento da promessa de Deus, e pede a Abraão que tenha um filho da escrava.  Esta precipitação de sua parte, gera uma mais tarde insegurança e ciúme no coração de Sara contra a Serva. Sara ordena a Abraão que mande-a embora com seu filho.
Ao lembrarmos da família de Ana, recordamos dos conflitos que ela enfrentou dentro da sua casa com Penina. Ana era humilhada por não poder ter filhos. Mas, Deus a honra e abre a sua madre.
Todas estas famílias venceram seus conflitos porque estavam firmadas sobre a rocha. E este é o primeiro modelo de família.

2.  O primeiro modelo: A família firmada sobre a rocha

  • “24  Todo aquele, pois, que ouve estas minhas palavras e as pratica será comparado a um homem prudente que edificou a sua casa sobre a rocha;  25  e caiu a chuva, transbordaram os rios, sopraram os ventos e deram com ímpeto contra aquela casa, que não caiu, porque fora edificada sobre a rocha.
Veja o que diz o verso 24: “…edificou a sua casa sobre a rocha…”.  Ele nos fala sobre uma casa firmada sobre a rocha. Este é o nosso primeiro modelo de família. Aquela que está firmada  na rocha.
Mas, o que simboliza a rocha? A rocha é símbolo de resistência, de durabilidade, de persistência, de firmeza e de estabilidade. O projeto de Deus para as nossas famílias é que elas tenham as qualidades da rocha, isto é, que elas tenham a resistência, a firmeza, a estabilidade, e a durabilidade.
Para nossa família ter as qualidades da rocha, precisamos firmá-la em Cristo. Precisamos colocar Jesus no centro das nossas decisões. Precisamos colocar Cristo na solução de nossos conflitos e crises.
Por que casamentos acabam, famílias não duram, e não resistem? Porque não estão firmados sobre a rocha, que é Cristo. Veja o que diz a palavra de Deus em Dt 32.3,4 : “…dai grandeza da nosso Deus. 4 Ele é a Rocha cuja obra é perfeita….”.
Encontramos mais uma informação importante nesta palavra de Mateus 7:24 no verso  25: “…e caiu a chuva, transbordaram os rios, sopraram os ventos e deram com ímpeto contra aquela casa, que não caiu, porque fora edificada sobre a rocha.”
Ao ser exposta ao vento, tempestades, a enchentes,  a casa sobre a rocha continua firme. Assim é a família no projeto de Deus.  Esta família terá momentos de crise, de angústia, e até de dor, mas ficará firme e inabalável, porque o Senhor Deus que está no comando desta família é inabalável e firme.
Olhando hoje para a realidade de sua família, de sua casa, de seus filhos, dos relacionamentos que existem em seu lar, do ambiente de convivência que há em sua casa, você pode concluir que sua família está firmada na rocha?
Lembre-se do que diz o salmo 127:1.: “Se o Senhor não edificar a casa, em vão trabalham os que edificam”.
Vamos ao segundo modelo de família…

3.  O segundo modelo:  A família firmada sobre a areia.

  • 26 E todo aquele que ouve estas minhas palavras e não as pratica será comparado a um homem insensato que edificou a sua casa sobre a areia; 27  e caiu a chuva, transbordaram os rios, sopraram os ventos e deram com ímpeto contra aquela casa, e ela desabou, sendo grande a sua ruína.
ILUSTRAÇÃO. Na Itália existe uma famosa torre, chamada de Torre de Pizza. Ela foi construída sobre um solo instável, como a areia, e por isso começou a ficar inclinada. Os engenheiros tiveram que reforçar as bases dessa torre para que ela não caísse. MORAL. Do mesmo que uma torre afunda se estiver firmada sobre a areia há muitas famílias que estão em processo de ruína, e decadência porque não estão firmadas na rocha que é a  palavra do senhor.
Jesus fala no verso 26: “…edificou a sua casa sobre a areia…”.  A areia é o símbolo da incerteza, da inconstância e da instabilidade.
Mas, o que representa essa areia para a família? A areia é a falta de Deus e do perdão, e a ausência da comunhão, da oração, da comunicação, do diálogo, é a intolerância, é o ciúme, é o alcoolismo. Não permita que a sua família seja destruída. Firme-a em Cristo.

4.  Conclusão

Quero relembrar a você a história de Jó. A família de Jó estava destruída. Estava no fundo do poço. Das profundezas da sua angustia, Jó ergueu ao céu dezesseis vezes a pergunta: Por que? Por que estou sofrendo? Por que perdi os meus filhos? Por que minha dor não cessa? Por que o Senhor não me mata? Por que o Senhor não responde as minhas orações?
Jó lança para Deus mais de trinta vezes sua queixa amarga. Abre o seu coração, extravasa a sua dor, espreme as suas feridas e chora as suas magoas. Como resposta as suas perguntas perturbadoras, naquele momento ele só escutou o silencio. Deus não queria falar naquela hora.
A mulher de Jó ficou revoltada com Deus e pediu ao seu marido para amaldiçoa-lo. Os amigos de Jó fizeram-lhe causticas e falsas acusações, dizendo que ele estava sofrendo por causa de seus graves pecados.
Aquela família estava num nevoeiro denso. Estava precisando de um avivamento. Então, do meio das trevas da dor, surge a luz da esperança. Do caos brotou a restauração. Do deserto, uma fonte de esperança começou a jorrar. Deus se revelou a Jó. Mostrou-lhe sua soberania e seu controle sobre todas as coisas. Jó compreendeu que os desígnios de Deus não podem ser frustrados (42.2). O sofrimento de Jó, em vez de endurece-lo, levou-o para mais perto de Deus (42.5,G). Deus converteu em benção toda maldição que o diabo lançou sobre Jó. Tudo o que o diabo tomou de Jó, Deus trouxe de volta.
Deus restaurou os bens de Jó (42.10). Ele ficou o dobro mais rico. Seus negócios prosperaram. Seus empreendimentos deram certo. A benção de Deus o enriqueceu.
Deus restaurou a saúde de Jó (42.1G,17). Deus o curou de todas as suas enfermidades. Ele viveu mais cento e quarenta anos e viu sua descendência se prolongar na terra.
Deus restaurou o seu casamento (42.12,13). Aquela mulher amarga e revoltada foi curada por Deus e eles tiveram uma linda história de amor.
Deus restaurou os filhos de Jó (42.13-1G). Deus lhe deu outros dez filhos. Agora, Jó tem dez filhos no céu e dez filhos na terra. O detalhe e que suas filhas agora são as mulheres mais bonitas do oriente.
Satanás tentou destruir Jó, mas este saiu da crise mais fortalecido, mais rico e mais perto de Deus.
Hoje Deus pode fazer também um milagre na sua vida e na sua família. Se você esta vivendo em crise, mas confia em Deus, então, deixe de murmurar, ore e esteja certo de que um milagre está a caminho. Deus quer restaurar as finanças do seu lar. Ele quer salvar os seus filhos. Ele pode curar as suas enfermidades. Ele quer abençoar o seu casamento e reconciliar você com aqueles que o fizeram e ainda o fazem sofrer. Hoje e dia de restauração para o seu lar. Agora é o tempo de buscar um avivamento para a sua família!



(Sermão pregado pelo Pr Josias Moura na semana da família da Igreja Betel Geisel)

sexta-feira, 13 de julho de 2012

Veneno e a Farinha



Depois Eliseu voltou a Gilgal. Nesse tempo a fome assolava a região. Quando os discípulos dos profetas estavam reunidos com ele, ordenou ao seu servo: “Ponha o caldeirão no fogo e faça um ensopado para estes homens”. Um deles foi ao campo apanhar legumes e encontrou uma trepadeira. Apanhou alguns de seus frutos e encheu deles o seu manto. Quando voltou, cortou-os em pedaços e colocou-os no caldeirão do ensopado, embora ninguém soubesse o que era. O ensopado foi servido aos homens, mas, logo que o provaram, eles gritaram: “Homem de Deus, há morte na panela! ” E não puderam mais tomá-lo. Então Eliseu pediu um pouco de farinha, colocou no caldeirão e disse: “Sirvam a todos”. E já não havia mais perigo no caldeirão.” II Reis 4:38-41

Há muito se tem falado, e é a pura verdade que, a cada dia que passa, a família vem sendo minada, destruída com idéias, leis e práticas que são verdadeiros venenos, que  levam à morte valores milenares da moral e da ética familiar.
Os pressupostos dessas ideologias venenosas dizem que o tipo de família contemporânea, não precisa ser resultante da união de homem e de mulher, macho e fêmea, para esses tais, a estrutura tradicional  e bíblica da família estaria ultrapassada para a realidade em que vive a sociedade atualmente.
Por que não homem com homem, mulher com mulher vivendo juntos?  Por acaso não seriam uma família, esses “ditos” casais? Por que tirar o direito desses “ditos” amantes que se denominarem família, também? Por que essas “famílias” constituídas por  indivíduos do mesmo sexo não teriam o direito de adotar uma criança e educá-la?
Segundo  pesquisa recentes, já são 60 mil desses “ditos” casais do mesmo sexo, que vive juntos e assim, teriam os mesmos direitos civis, gozados hoje, pelos casais heterossexuais.
Idéias perversas como essas, contrárias à Palavra de Deus, tem entrado sutilmente em nossos lares através dos meios de comunicação de massa: novelas, filmes, revistas… Os valores que outrora tínhamos como pilares da família,  estão sendo substituídos devagarzinho, o que chamamos de veneno da serpente.
O veneno da serpente não só tem atingindo aqueles que estão vulneráveis a ele, ou seja, os que não temem a Deus e a sua Palavra, mas, sobretudo tem também atingido muitos cristãos, que deixando de vigiar e ler a Palavra de Deus estão sendo infectado pela armadilha do inimigo.
A família cristã que, em sua missão, atuaria como conservadora e  defensora da moral e da ética humanas, passa então a enfermar com os vírus mundanos, fragilizada pelas circunstâncias e constantes apelos à uma modernidade social hodierna, contudo, sutilmente satânica.
Quantas famílias, não se apercebendo, foram deixando-se vencer e dominar por muitas práticas que na realidade nunca educaram nem educarão, pois nada de bom trazem em seu bojo?
Quantos filhos não encontram em sua casa um exemplo de vida, de amor, de respeito, de sossego e paz, que os façam desejar construir também, uma família feliz?
Com muitas famílias desestruturadas, não seria umas das causas dos distúrbios e transtornos de personalidade, na vida de muitos filhos?
Quero falar sobre alguns dos venenos da serpente que tem produzidos morte na família:
VENENOS QUE PRODUZEM MORTE, NA FAMÍLIA
São muitos os venenos que entram em nossos lares de maneira sutil, são trazidos de fora por Satanás e vai destruindo relações, dinamitando valores, rompendo laços que poderiam ser duradouros e abençoados, produzindo assim, destruição e morte.
Um das observações desse texto é: aquele que foi pegar as ervas para fazer o cozinhado, não “conhecia”que aquela erva era venenosa e que certamente mataria quem a comesse.
Esse desconhecimento em pegar determinadas “ervas” e levar para sua família comer, é que tem matado muitos. Precisamos saber o que está entrando em nossos lares, que tipo alimento estamos colocando diante de filhos, esposas. Oséias 4:6
Falaremos de quatro tipos de venenos muito comuns que tem destruído famílias:
1Desrespeito. Tanto pode acontecer na quebra de compromissos assumidos, como também nas palavras agressivas, na não valorização do trabalho desempenhado e na importância que o outro representa para aquela família. Esse tipo de comportamento gera a morte da auto-estima, do valor e da consideração, que são pressupostos de uma relação sadia e duradoura.
2.  Discórdia. Que são produzidas através de palavras venenosas carregadas de maldições, gerando brigas e agressões verbais e físicas.
3.   Insensibilidade. Quando não se dá a devida importância ao que o outro sente, pensa ou quer, tanto no campo emocional, sentimental, ou espiritual.
4.   Infidelidade. É a quebra das alianças, do compromisso de se viver em amor e respeito para com o outro por toda a vida. Esse veneno diabólico gera a insegurança e o desrespeito, produzindo morte de sonhos e maldição nas gerações que advirão desse relacionamento.
VENCENDO OS VENENOS DA FAMÍLIA
1.   Grito de socorro: “…eles gritaram: “Homem de Deus, há morte na panela! ” E não puderam mais tomá-lo.” Ter  o senso de perceber o veneno na panela da família, é a primeira coisa que se deve fazer, a fim de que não se morra pela boca. Gritar pelo profeta, pedir ajuda ao homem de Deus, é uma das formas de livramento.
Porque não gritou, morreu. Um grito é a liberação de um sentimento, de uma vontade, de uma satisfação ou de uma tristeza, angústia ou algo que não está bem dentro de si. Muitos têm morrido, por que não  gritaram, extravasando o que está lhe ferindo, machucando e doendo.
O salmista, certa feita disse: “Enquanto calei os meus pecados envelheceram meus ossos pelos meus constantes gemidos todo dia. Porque a tua mão pesava dia e noite sobre mim; e o meu vigor se tornou em sequidão de estio. Confessei-te o meu pecado e a minha iniqüidade não mais ocultei. Disse: Confessarei ao Senhor as minhas transgressões; e tu perdoaste a iniqüidades do meu pecado” Sl 32:3-5.
Por não gritarem muitos já morreram e outros se encaminham para o cemitério. Em certo cemitério na Europa, em uma das sepulturas está escrito: “Morreu por palavras não pronunciadas”.
Deus ouve quando gritamos por socorro: “Pois não desprezou nem abominou a dor do aflito, nem ocultou dele o rosto, mas o ouviu, quando lhe gritou por socorro”.Sl 22:2
Peça ajuda pela sua família, grite por socorro, diga: Há veneno aqui homem de Deus!!! “Ao Senhor ergo a minha voz e clamo, com a minha voz suplico ao Senhor. Derramo perante ele a minha queixa, à sua presença exponho a minha tribulação. Quando dentro em mim me esmorece o espírito, conheces a minha vereda…” Sl 142:1-3.
2. Profeta Eliseu (“Homem de Deus, há morte na panela!) representava naquele momento crucial, onde a morte se avizinhava, a presença de Deus. Unção dobrada do Espírito Santo. Milagre presente. Intercessão que produz livramento.
Quando a presença de Deus está próxima de nós o milagre  acontece. Quando clamamos a Deus ele vem em nosso socorro. “E invoca-me no dia da angústia; eu te livrarei, e tu me glorificarás.” Salmo 50:15
3. Farinha milagrosa: “Eliseu pediu um pouco de farinha, colocou no caldeirão e disse: “Sirvam a todos”. A farinha é o que produz o milagre da vida na família.
A farinha nesse texto é usada pelo profeta Eliseu  como mistura para eliminar o veneno da panela. Ela não é a causa do milagre, mas é o instrumento que produz o milagre.
Para que o milagre aconteça na família faz-se necessárias algumas coisas importantes, a fim de que o veneno seja logo detectado e exterminado através de atitudes que possam gerar vida naquele ambiente familiar.
Há vários tipos de farinha que com sua mistura pode mudar os venenos produzindo milagre na vida:
Farinha do amor, do carinho, do respeito, da fidelidade,  sinceridade, da paciência, da valorização, do perdão.
Todas essas misturas, tendo Jesus presente, irão promover salvação do veneno da serpente (Satanás) que quer produzir morte em sua família.
Muitas vezes não conhecemos muito daquilo que trazemos para casa, mas conhecemos aquele que tem o poder do milagre de nos livrar de todo mal que quer destruir nossa família.
Tua família é bendita, lute por ela, grite, chame o profeta,  misture a farinha e você terá uma geração de abençoados na terra.

As 7 VIRTUDES de Ana X Os 7 INIMIGOS de sua Alma



“Então Ana se levantou, depois que comeram e beberam em Siló; e Eli, sacerdote, estava assentado numa cadeira, junto a um pilar do templo do SENHOR. Ela, pois, com amargura de alma, orou ao SENHOR, e chorou abundantemente. E fez um voto, dizendo: SENHOR dos Exércitos! Se benignamente atentares para a aflição da tua serva, e de mim te lembrares, e da tua serva não te esqueceres, mas à tua serva deres um filho homem, ao SENHOR o darei todos os dias da sua vida, e sobre a sua cabeça não passará navalha.” I Samuel 1:9-11

Ana, mãe do profeta Samuel, é uma mulher apaixonante, que teve sua vida  marcada por experiências profundas no relacionamento com seu Deus.
Vivendo em uma geração onde a esterilidade era sinal de maldição, carregava em seu  corpo e em sua alma a ferida do preconceito e da rejeição da sociedade, bem como as provocações de sua rival, Penina, que a perseguia dia e noite com palavras duras que  turbavam-lhe a alma em sofrimento e dor.
Ana sendo uma mulher doce, amável, religiosa, suporta muitas pressões dentro e fora do lar. Mas os maiores inimigos estavam dentro de seu coração, e a fazia definhar aos poucos.
É na alma (mente) que se estabelecem os maiores conflitos. As derrotas e vitórias estão dentro de cada um de nós. No caso de Ana, os inimigos interiores estavam matando seus sonhos, paralisando seus projetos, e impedindo que as bênçãos de Deus fossem concretizadas em sua vida e as promessas cumpridas.
Não há força nessa terra que consiga paralisar alguém que suplanta as dificuldades e vence os inimigos traiçoeiros, através de uma fé inabalável, da perseverança e da determinação que vem de Deus.
Seu lado humano e suas fragilidades são percebidos nos primeiros dois capítulos de I Samuel, assim como suas muitas virtudes como a dependência de Deus, a confiança, a fé, a firmeza… produzindo aprendizados que servem de exemplo, não só para as mulheres  dessa terra, mas, sobretudo, para todos nós que enfrentamos muitos inimigos, principalmente os da alma.
A vitória na vida de Ana se estabelece quando ela decide não desistir, não morrer e não ser mais uma coitadinha ferida pelo destino. Ela busca a sua bênção no templo, suplantando todas as provocações. É na oração, na presença de Deus, insistindo, demorando-se quando todos tinham ido embora, que ela recebe a palavra profética da vitória.
Quando Ana sai do templo o seu rosto não era mais triste, pois, entendera que Deus tinha ouvido a sua oração e o seu clamor. “Ao que disse ela: Ache a tua serva graça aos teus olhos. Assim a mulher se foi o seu caminho, e comeu, e já não era triste o seu semblante.” I Samuel 1:18

Os sete inimigos na vida de Ana.
1. Esterilidade. “Porém a Ana dava uma parte excelente; porque amava a Ana, embora o SENHOR lhe tivesse deixado estéril.” Vs 5
2. Humilhação. “E a sua rival excessivamente a provocava, para a irritar; porque o SENHOR lhe tinha deixado estéril.” Vs 6
3. Tristeza. “Então Elcana, seu marido, lhe disse: Ana, por que choras? E por que não comes? E por que está mal o teu coração? Não te sou eu melhor do que dez filhos?”  Vs 8
4. Amargura de alma. “Ela, pois, com amargura de alma, orou ao SENHOR, e chorou abundantemente.” Vs 10
5. Atribulada de espírito. “Porém Ana respondeu: Não, senhor meu, eu sou uma mulher atribulada de espírito; nem vinho nem bebida forte tenho bebido; porém tenho derramado a minha alma perante o SENHOR.” Vs 15
6. Ansiedade. “Não tenhas, pois, a tua serva por filha de Belial;  porque pelo excesso da minha ansiedade e da minha aflição é que tenho falado até agora.” Vs 16a
7.   Aflição. “Não tenhas, pois, a tua serva por filha de Belial;  porque pelo excesso da minha ansiedade e da minha aflição é que tenho falado até agora.” Vs 16b

As  Sete virtudes de Ana.
1. Sinceridade e transparência. Ana não escondeu a sua dor e seu sofrimento. Seus olhos e o semblante caídos demonstravam o estado de sua alma. Não escondeu de seu marido e quando questionada pelo sacerdote Eli, confessou a angústia de sua alma. “E disse-lhe Eli: Até quando estarás tu embriagada? Aparta de ti o teu vinho. Porém Ana respondeu: Não, senhor meu, eu sou uma mulher atribulada de espírito; nem vinho nem bebida forte tenho bebido; porém tenho derramado a minha alma perante o SENHOR.” I Samuel 1:14-15
2. Mulher de fé inabalável. Quando tudo dizia não, quando o seu ventre dizia não, não pode gerar filhos, quando os médicos diziam não há possibilidade; quando os ventos sopravam contrários, ela, todavia, acreditava e esperava na resposta de seu Deus.
3. Perseverança no templo e na oração. ” Demorando-se ela a orar perante e Senhor, Eli observou a sua boca;” I Samuel 1:12
4. Abnegação e doação. O coração de Ana era desprovido de todo egoísmo. O filho que ela tanto desejava, devolveu ao Senhor, cumprindo a aliança que fizera através de oração.
5. Mulher de adoração e de louvor. A adoração de Ana é teocêntrica (Deus como centro do universo), é carregada de verdades profundas sobre o domínio, soberania, poder de Deus sobre os homens, a obra da criação, e, sobretudo a punição aos inimigos Dele. O louvor de Ana demonstra uma intimidade com Deus muito intensa. I Samuel 2:1-10
6. Mãe exemplar e amorosa. Amamentou Samuel, dando-lhe amor e carinho, sabendo que o levaria para ser criado no templo, em total dependência de Deus. Samuel nasceu do seu ventre, foi amado por ela ao extremo, mas pertencia a Deus, e para Ele viveria. “Do Senhor o pedi” (Samuel), ao Senhor a devolverei.
Nossos filhos pertencem a Deus, e é Ele que sabe melhor protegê-los, e livrá-los dos males desta terra.
7. Influenciadora de gerações. Ana influencia gerações de homens e mulheres tementes a Deus: o rei Davi recita no Salmo 113 parte do louvor de Ana. Maria, mãe de Jesus, declama o magnífica em Lucas 1:46-55 como parte do louvor e adoração que aprendeu com Ana, no exemplo de mulher dedicada a Deus.
São muitos os frutos na vida de Ana por sua fé, dedicação, abnegação, perseverança, mãe exemplar, uma mulher que suplantou e venceu inimigos terríveis e covardes que agem dentro da alma:
- Samuel se tornou o primeiro profeta, de caráter preditivo, trazendo uma geração de bênção sobre a face da terra.
- Como Samuel foi gerado através da oração de Ana, criado no templo, ele é reputado por Deus como um dos maiores intercessores que a terra já teve.  Jeremias 15:1; I Samuel 12:23
- Ana teve outros cincos filhos povoando a terra de adoradores, filhos dessa mulher maravilhosa. II Samuel 2:20,21
Que a vida e as vitórias de Ana sirvam de inspiração a tantas mulheres e homens que vivem atormentados pelos inimigos que são mandados do inferno para afligir as almas, que tem sobre si promessas de Deus, que precisam ser cumpridas.

quinta-feira, 12 de julho de 2012

O Poder Curador do Perdão (Gn 37-50)






Nenhuma outra história no V.T. nos ensina mais sobre O poder curador do perdão do que a de José, filho de Jacó com Raquel.
Em José, vemos a trajetória de um homem que tinha tudo para se deixar destruir por um sentimento de amargura, mas ele fez a melhor escolha…


• Em Gn 37.4 - Ele era odiado pelos seus irmãos por ser o filho preferido do pai.


• Em Gn 37.24 - Movidos pelo ódio e pela inveja, os irmãos o lançaram em uma cisterna com a intenção de matá-lo.


• Em Gn 37. 28 - Eles desistem de matá-lo e resolvem vendê-lo como escravo para uma caravana de israelitas.


• Em Gn 39.1 - Potifiar compra José dos Ismaelitas.


• Em Gn 39.6 - Ele é promovido à Gerente, Supervisor na casa de Potifar.


• Em Gn 39.7-20 - José é tentado, foge do pecado, mas é caluniado pela mulher de Potifar indo parar no cárcere pagando por uma coisa que não fez.


 Em Gn 40.9-23 - Ele interpreta o sonho do padeiro e do copeiro do rei e diz, lembra-te de mim quando voltares a ser o rei, me ajude a sair daqui (v.14) mas o copeiro se esqueceu dele (v.23).


• No cap 41 - José é chamado para interpretar o sonho de Faraó e ao dar a interpretação e aconselhar o rei ele é escolhido e promovida a Governador do Egito.


• Do cap 42 ao 50 - José tem seus irmãos na mão para se vingar, dar o troco, acertar as contas, mas ele prefere Perdoar, pagar o mal com bem, agir com graça…


• Quando Jacó morreu, os irmãos de José pensaram, agora ele vai se vingar e será o nosso fim. O que José respondeu, vocês estão perdoados (v. 19-21).


• Por que José preferiu perdoar o pai, os irmãos, a esposa de Potifar que o caluniou, o amigo de prisão que o esqueceu? Quando paramos para refletir sobre o perdão, algumas perguntas devem provocar uma reflexão mais abrangente sobre este assunto:


• É fácil perdoar?


• O que é perdão?


• Há possibilidade de conviver sem perdoar?


• Qual o limite do perdão? Até aonde eu devo perdoar?


• Será que perdoar é esquecer o que aconteceu?


• Será que perdoar é fazer de conta que não houve nada?


• O perdão é uma emoção ou uma decisão?


• O que aconteceria se José não perdoasse?


A resposta para estas perguntas pode ser a resposta que você está precisando hoje.


• Philip Yancey em seu livro “Maravilhosa Graça” diz: “O perdão é a única alternativa que pode deter o ciclo do ódio, da culpa e da dor”.


• José tinha mente larga, pele grossa e coração mole. Se ele fosse hiper sensível, sua história seria marcada pela insignificância. Ele não teria chegado onde chegou.


• O que é perdão? Como definir perdão? Definições sobre o que perdoar?


1. Perdoar é reconhecer que só Deus tem o direito de julgar. (Rm 12.19) José disse aos seus irmãos: “Porventura eu estou no lugar de Deus?”.


2. Perdoar é desativar o mecanismo de violência que existe dentro e fora de nós.


3. Perdoar é reconhecer as próprias imperfeições falhas e pecados (Jo 8.7). “Por que os fariseus desistiram de apedrejar a mulher que foi pega em pleno ato de adultério?”


4. Perdoar é ser grato à Deus pelo perdão recebido.


5. Perdoar é repetir com o próximo o gesto de Deus para conosco.


6. Perdoar é oferecer amor quando não há motivo para amar. (O pai do filho pródigo”.)


7. Perdoar é manter abertos os canais por onde fluem a confiança e o amor incondicional.


8. Perdoar é uma reação positiva para com a ofensa, ao invés de uma reação negativa contra o ofensor.


9. Perdoar é tomar a decisão de não levantar mais a ofensa perante três pessoas:


1) Deus,


2) os outros (inclusive o ofensor)


3) a si próprio.


10. Perdoar é semear misericórdia, graça e amor. A Bíblia diz: “Porque o juízo será sem misericórdia sobre aquele que não usou de misericórdia…” (Tg 2.13)


11. Perdoar é ter as emoções conquistadas. É ser capaz de amar o inimigo e perdoar os que nos perseguem (Mt 5.44).


12. Perdoar é deixar livre, soltar, libertar, despedir, mandar embora, atribuir favor incondicional àquele que nos feriu (Mt 18.27).


13. Perdoar é rasgar a conta. Em Gn 50.21 José disse aos seus irmãos, a conta foi rasgada, vocês não me devem nada”.


14. Perdoar é jogar o lixo emocional fora.


O perdão é a virtude central do cristianismo.
O perdão é a possibilidade da convivência.


• Por que não perdoar é perigoso? José sabia disso.


1. A falta de perdão gera amargura e amargura prolongada causa efeitos físicos como: úlceras, pressão alta, descargas de adrenalina (por causa da associação com a ira).


2. A falta de perdão dá ao diabo uma reivindicação legal para deprimir a pessoa, e a depressão pode levar a morte, aos suicídio. O apostolo Paulo diz em 2 Co 2.10, “Eu perdôo para não ser vencido por satanás”. Depressão, opressão e possessão.


3. Quem não perdoa desenvolve um câncer na alma (raiz de amargura Ef 4). O irmão do Filho Prodigo nunca entendeu o que é perdão.


4. Não perdoar prejudica o nosso relacionamento com Deus. Quem não perdoa anda nas trevas e Deus é luz (1 Jo 2.9).


5. Quem não perdoa se coloca debaixo da ira de Deus (Mt 18.34).


6. Quem não perdoa está impedido de ser perdoado por Deus (Mt 18.32-35).


7. Quem não perdoa alimenta espíritos malignos com sua mágoas, amarguras e ressentimentos (Ef 4.31,32).


8. Quem não perdoa destrói a ponte que um dia vai precisar para passar para o outro lado, disse o poeta inglês George Hebert.


9. Quem não perdoa se torna prisioneiro do seu passado, excluindo todo o potencial de mudança e crescimento. Assim, transfere o controle ao outro, seu inimigo, e passa a sofrer as conseqüências do seu erro.


10. Quem não perdoa se fecha para a vida de Deus. Jesus disse: “E, quando estiverdes orando, perdoai…” (Mc 11.25)


11. Quem não perdoar revela indiferença, egoísmo e hipocrisia.


12. Sem perdão o processo de reconstrução para.


O perdão é faxina do coração, a cura para as memórias amargas e a amnésia do amor.
O perdão é a vitória de Deus sobre o diabo.

O Senhor prometeu aos jovens fortes Vitória sobre o Maligno em tempos difíceis



Introdução:

* O Maligno é o Diabo, Satánas, príncipe das trevas
* Ele é um ser espiritual
* Era um anjo de luz e caiu (Ez 28)
* O mundo jaz nele (1 Jo 5:19)
* Ele veio para roubar, matar e destruir (Jo 10:10)
* Faz parte da tríade do mal (Lutero), o mundo, a carne e o diabo
* Se o diabo não ceder com as Escrituras, zombe dele (Lutero e C.S Lewis, “Cartas do Diabo ao seu aprendiz”)
* Anda ao redor como leão procurando a quem devorar (1 Pe 5:8)
* Pai da mentira

1 - Jesus venceu o Maligno na tentação

* Mateus 4:1-11
* Jesus sendo Deus não tinha possibilidade de cair na tentação: Ele foi tentado para mostrar seu poder e glória na Vitoria sobre o diabo
*Nele temos a vitoria sobre o maligno e a tentação
* Na cruz , o Senhor Jesus pagou o preço no nosso resgate

2 - Se Jesus venceu o Maligno na tentação, nós também podemos vencer em Cristo

* Somos tentados pela cobiça (Tg 1:14)
* José: um exemplo de Vitoria sobre a tentação. (Gn 39)
* Davi: um exemplo de derrota diante da tentação (porém houve o arrependimento) (2 Sm 11 ; Sl 51 e Sl 32)
* Somos mais do que vencedores em Cristo e nada pode nos separar do amor de Deus (Rm 8)
* Cristo venceu e fazemos parte da vitória Dele.

Conclusão:

* Firmeza com Deus contra tentação, pecado
* Usar os meios da graça: pregação, vida em comunhão. Vestir a armadura para a batalha espiritual em Efésios 6:10-18. Relacionamento de prestação de contas.
* João 16:33

Deus, o Homem e o Pecado





Deus, o Homem e o Pecado 
O Antigo Testamento é composto de 39 livros. São revelações inspiradas por Deus, começando com a história da Criação do universo e terminando aproximadamente 400 anos antes do nascimento de Jesus. Estes livros servem para nos ensinar muitas coisas importantes, especialmente sobre Deus, o homem, e o nosso maior problema, o pecado.

No Princípio, ... Deus
Deus é a primeira personagem no relato bíblico (Gênesis 1:1). Ele se apresenta em relação à criação. Deus é a origem de todas as coisas (Gênesis 1:1,31; 2:4).“Porque, em seis dias, fez o Senhor os céus e a terra, o mar e tudo o que neles há” (Êxodo 20:11a). Obviamente, nenhum homem estava presente para observar o processo da criação. Muitos tropeçam neste ponto inicial da palavra de Deus, procurando maneiras de reconciliar a fé nas suas interpretações de evidências científicas com o relato bíblico. Nenhuma explicação das origens do universo pode ser testada num laboratório científico. “Pela fé, entendemos que foi o universo formado pela palavra de Deus, de maneira que o visível veio a existir das coisas que não aparecem” (Hebreus 11:3). Cada pessoa precisa avaliar honestamente a evidência do Criador, porque a existência dele serve de base para nossa responsabilidade. Deus se manifestou na criação, e nós, diante destas evidências, somos indesculpáveis (Romanos 1:19-20). O Criador é o Senhor da sua criação (Atos 17:24).

Criou Deus ... o Homem à Sua Imagem
O homem foi feito diferente das outras criaturas terrestres (Gênesis 1:27-28). Ele foi criado semelhante a Deus, com a capacidade de raciocinar, amar e tomar decisões morais. Deus colocou o homem numa posição especial, acima das outras criaturas terrestres (Gênesis 1:28-30), abaixo dos anjos (Hebreus 2:7) e sujeito a Deus (Gênesis 2:15-17).

Deus Queria um Relacionamento Especial com os Homens
Desde o princípio, um fato fundamental tem governado a relação do homem com Deus: o homem que faz bem será aceito por Deus (Gênesis 4:7). Alguns homens faziam bem, e andavam em comunhão com Deus. Enoque andou com Deus e foi poupado do sofrimento da morte (Gênesis 5:22-24). Noé andou com Deus e foi poupado do dilúvio que destruiu os homens maus (Gênesis 6:9). Abraão se mostrou fiel, e foi escolhido por Deus para ser o pai de uma nação especial (Gênesis 12:1-3). Deus separou os descendentes de Abraão e lhes deu instruções especiais para que fossem um povo santo (Levítico 11:44-45). Esta relação especial dependia da obediência do povo.“O Senhor te constituirá para si em povo santo, como te tem jurado, quando guardares os mandamentos do Senhor, teu Deus, e andares nos seus caminhos”(Deuteronômio 28:9).
Davi bem expressou a base da comunhão entre Deus e o homem: “A intimidade do Senhor é para os que o temem, aos quais ele dará a conhecer a sua aliança”(Salmo 25:14).

O Pecado Criou uma Barreira
O pecado do homem o separa de Deus. Quando o primeiro casal pecou, foi expulso do jardim, onde Deus andava (Gênesis 3:23; 2:17; 3:8). Isaías viu este problema em relação ao povo de Israel: “Eis que a mão do Senhor não está encolhida, para que não possa salvar; nem surdo o seu ouvido, para não poder ouvir. Mas as vossas iniquidades fazem separação entre vós e o vosso Deus; e os vossos pecados encobrem o seu rosto de vós, para que vos não ouça” (Isaías 59:1-2).

O Pecado, a Morte e o Sangue
O pecado traz a morte: “porque o salário do pecado é a morte” (Romanos 6:23). Junto com este fato, devemos compreender o papel do sangue na remissão dos pecados. Quando Deus deu permissão para os homens comerem a carne de animais, ele não lhes deu o sangue como alimento. Ele disse: “Carne, porém, com sua vida, isto é, com seu sangue, não comereis” (Gênesis 9:4). O sangue está ligado à vida, e o derramamento de sangue está ligado à morte e, por isso, ao pecado.
O pecado traz o derramamento de sangue. Quando Adão e Eva pecaram, Deus matou animais para “cobrir” a vergonha do casal culpado (Gênesis 3:21). Na época dos patriarcas, os servos de Deus faziam sacrifícios de animais pelo pecado (Jó 1:5; 42:8). Sob a lei dada ao povo no monte Sinai, os israelitas faziam sacrifícios que incluíam o derramamento de sangue (Levítico 6:30; etc.). Os sacrifícios do Antigo Testamento foram necessários, porém ineficazes (Hebreus 10:3-4). O sangue de animais não foi suficiente para perdoar os pecados dos homens.
O Antigo Testamento diagnosticou o problema – o pecado – mas não trouxe o remédio. Qualquer pessoa doente que procura a ajuda de um médico quer duas coisas:  o diagnóstico e  o remédio. O Velho Testamento só responde à primeira necessidade, mostrando claramente o problema do pecado. Paulo disse: “Ora, sabemos que tudo o que a lei diz, aos que vivem na lei o diz para que se cale toda boca, e todo o mundo seja culpável perante Deus.... pela lei vem o pleno conhecimento do pecado” (Romanos 3:19-20).
A segunda necessidade, o remédio, encontra-se na Nova Aliança que nos fala sobre o sangue de Jesus Cristo. “Mas a Escritura encerrou tudo sob o pecado, para que, mediante a fé em Jesus Cristo, fosse a promessa concedida aos que creem” (Gálatas 3:22; cf. Hebreus 9:28).

A Importância da Obediência
Um tema importante no Novo Testamento é o valor dos exemplos do Velho Testamento para o desenvolvimento da nossa fé. Abraão demonstrou a fé pelas obras de obediência (Tiago 2:21-24). Por outro lado, Paulo avisou do perigo de seguir os maus exemplos de desobediência no Antigo Testamento (1 Coríntios 10:6-12). Estes exemplos são de grande valor para nós, porque a obediência no Novo Testamento se torna até mais importante do que naquela época (Hebreus 2:1-3; 10:28-29).
Pelo estudo do Antigo Testamento, aprendemos lições importantes sobre a obediência. Entre elas:
1-Fazer o que Deus não ordenou traz a morte. Quando Nadabe e Abiú entraram no tabernáculo com fogo que Deus não autorizou, ele matou os dois (Levítico 10:1-2). Quando Uzá estendeu a mão para segurar a arca da aliança, um ato que Deus não autorizou, ele foi morto na hora (1 Crônicas 13:9-10). Davi e os outros só compreenderam o erro quando fizeram o que deveriam ter feito antes – buscar a vontade de Deus na Palavra (1 Crônicas 15:13).
2- Precisamos da permissão de Deus para nós, não somente para outras pessoas em outras situações. Duas vezes, Deus autorizou que levantassem censo para contar o povo dele (Números 1:2; 26:2). Em outra ocasião, Davi decidiu fazer um censo (2 Samuel 24; 1 Crônicas 21). Mas Deus não autorizou que Davi levantasse o censo. A consequência foi desastrosa. 70.000 homens morreram por causa deste ato não autorizado (1 Crônicas 21:14). Hoje, muitas pessoas buscam, na palavra revelada aos israelitas no Antigo Testamento, uma base para suas doutrinas e obras. Tentar se justificar com instruções dadas a outros povos em outras épocas pode ser desastroso!
3- Obedecer, mesmo quando as ordens de Deus não fazem sentido, traz as bênçãos prometidas. Josué olhava para Jericó quando Deus falou para ele da tática para conquistar esta cidade fortificada (Josué 5:13 - 6:5). A estratégia – rodear a cidade 13 vezes, tocar trombetas e gritar – não faz nenhum sentido em termos de tática militar. Mas Josué e o povo obedeceram, e Deus foi fiel. Entregou a cidade nas mãos deles (Josué 6:20).
4- Pecados, mesmo escondidos, trazem o castigo. Durante a conquista de Jericó, Acã tomou algumas coisas proibidas e as escondeu debaixo da sua tenda. O pecado dele levou à derrota do povo na batalha contra a pequena cidade de Ai (Josué 7). Devemos ter cuidado. Os nossos pecados, até os ocultos, podem trazer consequências para nós e podem prejudicar outros na família ou na igreja.
Enquanto consideramos lições importantes sobre a obediência, não devemos esquecer de um dos fatos fundamentais da Bíblia. Deus merece a adoração porque ele nos criou. “Louvem o nome do Senhor, pois mandou ele, e foram criados” (Salmo 148:5).

Conclusão
Entre as mensagens do Antigo Testamento, destacamos estas: 
1-Deus existe. 
2- Ele criou o homem e o colocou numa posição especial. 
3-O pecado nos afasta do Criador. 
4-Precisamos de uma solução para os pecados. 
5-O Antigo Testamento não resolve este problema principal do homem. As pessoas que viviam debaixo da lei ainda aguardavam o Salvador.